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  Extratos - Clanbook Assamita, Informações extraídas do Clanbook

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Mensagens : 115
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MensagemAssunto: Extratos - Clanbook Assamita, Informações extraídas do Clanbook   Sab Jun 02, 2018 5:05 am

AS LEIS DE HAQIM

A LEI DA LIDERANÇA:
Honrarás o Mais Antigo dentre vós, já que ele regerá minha Casa, durante a minha ausência.

A LEI DE PROTEÇÃO:
Proteja os mortais frente os descendentes de Caim, e trate-os honradamente, em todos os sentidos.

A LEI DA DESTRUIÇÃO:
Não execute aos do Sangue, pois este julgamento cabe somente ao Mais Antigo.

A LEI DA PALAVRA:
Não minta aos do Sangue, pois minha Casa se edificou na Verdade.

A LEI DO JULGAMENTO:
Julgue os que tenham o sangue de Caim, e castigue-os caso eles mereçam.
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MensagemAssunto: GLOSSÁRIO   Sab Jun 02, 2018 5:06 am

Alamut:
Originalmente, o nome do castelo-fortaleza dos Assamitas. No entanto, desde o Tratado de Tiro, faz referência à localização atual do Senhor e dos antigos do clã. Também se usa como metáfora para o clã Assamita em sua totalidade, especialmente seu espírito e seus ideais.

Amr:
O mago principal do clã.

Antitribu:
O grupo de Assamitas que se aliou ao Sabbat para escapar da Maldição.

Asabiyya:
Tradição Assamita da lealdade ao clã e aos membros do mesmo.

Califa:
O líder militar do clã; um dos de Du’at.

Castellano:
Um Assamita a cargo de uma localização ou um grupo de Assamitas fora de Alamut.

Coração de Sangue:
O sangue coletado de Assamitas caídos, guardado em Alamut e utilizado nas cerimônias mais sagradas do clã.

Du’at:
Os três membros mais antigos do clã (califa, visir e amr), conselheiros mais próximos ao Senhor.

En’esh:
A Primeira Cidade, conhecida por outros vástagos como Enoch, Uniech, Enkil ou por outros nomes.

Escriba:
Termo depreciativo empregado pelos guerreiros do clã aos que não são.

Fida’i:
Título dado aos Assamitas recém Abraçados que estão num aprendizado de sete anos em Alamut.

Filhos de Haqim:
O clã Assamita.

Final:
Usado como verbo pelos Assamitas. Finalizar um kafir significa assassina-lo.

Haqim:
O ancestral Assamita; seu nome também pode ser escrito como Hachem, Hashem, A’shem e (erroneamente) Hassan ou Hussein por algumas fontes européias.

Héjira:
“Emigração”: atual estado do clã, estabelecendo novas bases de poder e trabalho, após liberar-se da Maldição.

Ikhwan:
Tradição Assamita da irmandade.

Indômitos:
Nome pelo qual os Assamita Antitribu se chamam.

yihad:
Termo árabe aplicado à qualquer guerra sagrada. Os Assamitas usam essa palavra para se referir à sua tarefa legendária de destruir aos outros vampiros e, por extensão, a todos os seus direitos de nascimento e posição dentro da sociedade da Estirpe. Não deve ser confundido com o termo Yihad (escrito em maiúsculo), que se refere às maquinações de uns Antediluvianos contra outros.

Kadd:
Tradição Assamita da vingança.

Kafir:
Literalmente “infiéis”; os Assamitam aplicam esse termo à todos os Vástagos não-Assamitas.

Khabar:
Literalmente “Tradição”. O sistema de crenças e códigos de honra dos Assamitas.

Khayyin:
Cain, o primeiro vampiro.

Khayyi, progênie de:
Todos os vampiros, menos os Assamitas.

Kufr:
Termo islâmico para heresia, a falta de fé e a ingratidão. Os Assamitas usam este termo para se referir aos princípios da Camarilla.

Maldição, a:
O Tratado de Tiro e o subseqüente ritual Tremere que fez o sangue da Estirpe venenosa para os Assamitas.

Mumin:
Tradição Assamita da fé.

Munafiqun:
Literalmente “hipócretas”, apoio Assamita da Camarilla.

Muruwa:
Código de honra Assamita.

Ninhos das Águias:
Originalmente, tradução do nome de Alamut, mais recentemente aplicado a qualquer um dos refúgios secretos dos antigos Assamitas, ou à liderança do clã em geral.

Rafiq:
“Camarada”; a palavra dos Assamitas para eles mesmos.

Shahid:
Palavra árabe para um mártir religioso. Os Assamitas que encontraram sua perdição enganados por falsos contratos são conhecidos por este título. Alguns militantes extremistas utilizam este termo para o clã em sua totalidade, fazendo referências à Maldição.

Senda do Sangue:
Diablerie; beber sangue de vampiros maiores para ganhar seu poder.

Silsila:
Os antigos e outros membros respeitados do clã que atuam como corpo sacerdotal para a Senda do Sangue e como Castellanos para as bases fora de Alamut.

Tajdid:
Literalmente, “restauração”; programa de investigação dedicado a liberar os Assamitas da Maldição.

Taqiyya:
A arte Assamita do disfarce e da suplantação; também, a tradição Assamita do segredo.

Tratado de Tiro:
O acordo entre a Camarilla e os Assamitas alcançado em 1496, segundo o qual os Assamitas renunciaram à sua capacidade de cometer diablerie.

Umma:
Tradição Assamita da comunidade. A palavra também se refdere à esperança de reconciliação entre o clã e os antitribu.

Um, o:
Haqim. Este termo
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MensagemAssunto: O Tratado de Tiro   Sab Jun 02, 2018 5:09 am

No ano de Nosso Senhor de 1496...

Considerando que nós, os Antigos e Vástagos dos Clãs Ventrue, Tremere, Toreador, Nosferatu, Gangrel, Brujah e Malkavian, reunidos em Irmandade e Mútua Confiança, e daqui por diante conhecidos como a Camarilla, sendo os únicos e autênticos Herdeiros Legítimos do Estado de Cain, desejamos pôr fim às ilícitas e Diableristas Práticas dos Rebeldes daqui por diante conhecidos como Clã Assamita:

E, considerando que o assim chamado Clã Assamita deseja que a assim chamada Camarilla se abstenha de proceder à Total e Definitiva Extinção do Clã Assamita:

Decretamos, por mútuo acordo entre todas as Partes firmantes e presentes neste documento, os seguintes Artigos deverão ser considerados como obrigatórios entre todas as Partes e sua Progênie e Servos, deste o dia de hoje até a perpetuidade...

... O Clã Assamita deverá abster-se de se alimentar do Sangue da Estirpe, e para assegurar que este ponto seja levado a sério, seus integrantes serão submetidos a um ritual que será administrado pelos Antigos do Clã Tremere, de modo que de agora em diante o Sangue da Estirpe lhes seja venenoso.

... O Clã Assamita deverá permanecer pacificamente dentro do território que lhes cederá a Camarilla, correspondente ao que, historicamente, reclamaram como próprio. Não tentarás ampliar este território, nem permitirás que os hipotéticos descontentes dos mortais de seu território se estendam a outras zonas. Não sairão de seu território, nem sozinhos, nem em grupo, nem permitirão que seus Séqüitos ou Servos de nenhum tipo saiam da zona delimitada. Os Príncipes da Camarilla têm o direito perpétuo de proclamar uma Caça de Sangue contra qualquer Assamita ou Assamitas que saiam de seus feudos, e não precisarão dar nenhuma explicação para a Caça de Sangue em questão além do domínio à linha de Sangue Assamita...

... As defesas do castelo de Alamut deverão ser desmanteladas até que o dito castelo não seja capaz de resistir a um cerco ou outro ataque das forças da Camarilla. O Clã Assamita deverá permitir que uns inspetores da Camarilla verifiquem o cumprimento desta medida. Ademais, qualquer re-fortificação de Alamut ou tentativa de estabelecer uma fortaleza em qualquer outro lugar será considerada como uma violação deste tratado, e poderá proclamar uma Caça de Sangue em nível mundial contra aqueles que cometerem tal violação...

... A Camarilla se compromete a cessar todas as ações contra o Clã Assamita e a não violar as fronteiras de seu território designado sem a aprovação de uma Convocação plena da Camarilla. Os Clãs da Camarilla acordam entre eles que deixarão de contratar membros do Clã Assamita como assassinos pagos, e os que violarem estas medidas perderão o respaldo de seus Clãs, e poderão ser objeto de uma Caça de Sangue. O Clã Assamita se compromete a cessar toda e qualquer atividade de seus membros como assassinos pagos...
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MensagemAssunto: Re: Extratos - Clanbook Assamita, Informações extraídas do Clanbook   Sab Jun 02, 2018 5:11 am

Capítulo Um
QUÃO RÁPIDO ESQUECEMOS


A verdade te fará livre.
- lema da CIA dos Estados Unidos

Faz a guerra pelo caminho do engano.
- lema do Instituto de Inteligência e Missões Especiais de Israel (Mossad)

Extraído da Crônica do Coração de Sangue, o segundo capítulo do Livro das Noites Finais aparece de forma praticamente idêntica nas Parábolas de Sangue.
... e naquelas noites desencadeou-se uma grande guerra no seio da Casa de Haqim. A furtividade das mentiras sussurradas e o clamor da batalha encheram os salões da Montanha. Os irmãos traíram-se mutuamente, e os Filhos fundiram suas lanças no Coração de Sangue, e a pior das baixas daquela noite foi a Verdade.

Ou talvez não.

Ponho por escrito esta história dos Filhos de Haqim a pedido de Al-Ashrad, ex-Amr e atualmente O Mais Antigo no Exílio. Ainda que minhas mãos estejam mais familiarizadas com a espada e com o sangue do que com a tinta e a caneta, tentarei ser o mais fiel possível à Verdade. Talvez este pequeno serviço sirva para compensar minhas faltas de fé e lealdade.

Este trabalho, como informei, é a primeira Crônica dos Filhos de Haqim publicada livremente dos Salões de Alamut há mais de um milênio. É de se esperar, portanto, que contradiga a opinião convencional a respeito dos Filhos de Haqim, particularmente do ponto de vista da Camarilla. Dirijo-me a este augusto corpo (que segundo me informa O Mais Antigo no Exílio será meu público mais provável) e ao resto dos herdeiros de Cain para dizer-lhes isto:

Tudo o que sabeis sobre nós é mentira.

Fácil de acreditar, não é mesmo? Centenas, talvez milhares de assassinos árabes sedentos de sangue (literalmente). Assassinos pagos que matam vampiros para glória de Cain e Haqim, ou “Assam”, tal qual muitos pronunciam erroneamente seu nome. Sim, o resto do mundo cainita acreditava, e até mesmo se apegava a isso, como a explicação mais simples e segura de umas ações cujos verdadeiros motivos haviam sido esquecidos pelos senhores supremos. Era uma boa mentira. Protegeu aos Filhos durante séculos enquanto tentavam reencontrar a si mesmos.

O problema de contar uma boa mentira é que o próprio mentiroso pode acabar preso nela caso perca de vista a verdade, e pode começar a acreditar nela. Os Filhos ocultaram sua história tão bem que acreditaram em seus próprios enganos. Ao faze-lo, esqueceram a essência do que deviam ser.

Isso acabou...

Nascemos de forma similar a esta...

Durante as primeiras noites da Primeira Cidade, houve um homem. Durante seus dias mortais, foi um grande guerreiro. Se houvessem guerreiros suficientes como para formar exércitos, teria sido um grande general, mas ele se contentava em ser um dos melhores líderes de guerra que houve em sua pátria. Contudo, com o tempo suas ânsias de carnificina se esfumaçaram, como costuma acontecer aos guerreiros que contemplam muitas batalhas. Dedicou-se à erudição e também destacou, aprendendo a escrever e falar na língua dos mortos. Ao fim, sua reputação se estendeu o suficiente para chamar a atenção de um dos Filhos de Cain, que decidiu preservar a pedra de sua alma eternamente.

O guerreiro convertido em erudito vagou durante um tempo sob o novo véu da noite, talvez durante um mês, talvez durante séculos. Em dado instante, desejou a companhia de pessoas de sua própria classe e refugiou-se na Segunda Cidade, ainda que nunca tenha tomado assento ali. Ao largo dos anos, ofereceu o Sangue a um punhado de artesãos e sábios cujas habilidades e conhecimentos admirava, e sua prole prosperou tranqüilamente.

Quando seus irmãos, sua irmã e seus primos lutavam entre si, este Cainita sempre se mantinha neutro. Havia contemplado a face da guerra, e sabia que era loucura fazer correr o sangue em nome do orgulho. Não importava quem lhe oferecia aliança, sua resposta era sempre a mesma: “Esta noite não”.

Isto não quer dizer que este Cainita não tivesse confidentes entre seus contemporâneos. Educou aos artesãos da Segunda Cidade junto a sua irmã, a que logo seria conhecida como a
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